O propósito deste blog é compartilhar e divulgar as mais diferentes atividades realizadas pelos alunos da E.M.E.F Euclides Pinto Ribas de Itaara – RS. Para que as atividades possam ser postadas no blog é necessário autorização escrita dos pais ou responsáveis pelos alunos.
Em caso de dúvidas, mande-nos um e-mail: blogpintoribas@gmail.com
Conheça também o site: www.perfilliterario.com.br

segunda-feira, 21 de junho de 2010

O lugar onde vivo - Poemas das 5ª séries.






Nossas histórias de futebol - Turma: 51



O jogo que marcou os torcedores
(texto de Thiago de Oliveira)

Eu e meu amigo Adriano estavamos nos preparando para uma partida de futebol no balneário Parque Serrano.
O juíz apitou e a bola rolou. Eu pedi para o Adriano me passar a bola, porque eu faria o gol. Ele me passou, eu chutei, mas a bola bateu na trave. Acabou o primeiro tempo e o jogo ficou 0x0.
No intervalo do jogo nós combinamos de fazer uma jogada ensaiada.
Quando o segundo tempo começou, o Adriano cobrou uma falta e eu cabeciei e fiz o primeiro gol. A torcida gritou, vibrou e enlouqueceu. Goooool do Thiago!
Depois de 20 minutos de jogo, o jogador do time adversário me derrubou e o juíz marcou um pênalti. Eu disse para o Adriano:
- Você faz este gol!
E o Adriano fez o gol e a tocida também vibrou muito!
Já estavam nos acréscimos e novamente o Adriano me passou a bola. Eu dei uma bicicleta. E o goleiro não viu a cor da bola que eu chutei. A rede chegou a furar! A torcida ficou tão emocionada que gritou:
- Vocês são os melhores!
Depois de uns minutos, a juíz apitou o final do jogo e o meu time ganhou de 3x0.

. . . . .

O jogo de futebol
(texto de Adriano da Rocha Filho)

O jogo de futebol que eu vi foi o do time de meu avô.
No ginásio de Itaara, quando começou o torneio, o nosso time estava perdendo de 3x1, mas perto de terminar o jogo, a time virou a partida e venceu de 5x4. Meu avô festejou feliz da vida a vitória!
Mas, o time de meu avô perdeu no final do campeonato para o time da Madevara, que ganhou de 12x6.
Ficamos com o 2º lugar no campeonato de Itaara. Nosso time se chama Vidroplano.
Quem ficou com o 3º lugar foi o time Geração Cabanha da Pedra.
O troféu que nosso time ganhou é muito bonito e colorido. Meu avô tem 3 troféus e os 3 são de 2º lugar.
Minha tia joga no time Thettis do Juliano. Ela é centroavante.
Em breve, outro torneio vai começar no ginásio de Itaara e o time de meu avô já tem um título. A Ana Carla ganhou como princesa para nosso time.

. . . . .

O campeonato Inter-Clubes de 2006
(texto de Natan Freitas)

Fazem 4 anos que o Inter foi campeão mundial contra o Barcelona lá no Japão.
O Barcelona era um time muito forte e o favorito para ganhar o campeonato inter-clubes.
No dia do jogo, o Internacional de Porto Alegre entrou em campo junto com o Barcelona. Ele tinha os melhores jogadores como Messi (que estava na reserva) e Ronaldinho Gaúcho. Foi um jogo emocionante e muito disputado. Em algumas horas o coração dos colorados quase saia pela boca.
O 1º tempo acabou e o 2º inicia com um 0x0. Teve uma falta para o Barcelona na entrada da grande área. O melhor batedor de faltas deles foi cobrar e errou.
Aquele nervosismo tomou conta de todos. Era quase 40 minutos do 2º tempo e ninguém tinha feito gols. Eram quase 45 minutos do 2º tempo e o Internacional armou um contra-ataque fulminante e ficou só alegria....o jogador do Inter, bateu de cobertura e vez o tão sonhado gol. A torcida foi a loucura.
Quando o jogo acabou, todos comemoraram muito e na frente da minha casa tinha muita gente na rua comemorando com os jodagores.

. . . . .

A história do meu time
(texto de Maicon de Mello)

Quando eu estava olhando meu time jogar contra o Santos no estádio olímpico, não acreditei que o Grêmio estava perdende de 2x0.
Mas daí chegou o 2º tempo e o Grêmio voltou reagindo. Borges marcou um gol, mas mesmo assim estava 1x2 para o santos.
Pouco depois o Grêmio marcou mais 2 gols e virou o jogo: 3x2. O Jonas, que perdeu um pênalti no 1º tempo, fez um golaço e o Grêmio estava com 4 gols na frente do adversário. Nos últimos instantes, Robinho ainda fez mais 1 gol.
O jogo terminou em 4x3 para o Grêmio e conseguiu ganhar a partida. Mas no outro jogo, perdeu lá em São Paulo de 3x1 e não se classificou para a copa do Brasil.

. . . . .

O futebol que muda a vida
(texto de Mikael Iensen)

Era uma vez um rapaz pobre que para ajudar a família vendia rapaduras na rua. E quando tinha tempo, jogava bola com seus amigos na rua e todos os chamavam de Grafite. Ele, quando não estava trabalhando, ai em u clube perto de sua casa para olhar os jogadores e sonhar que um dia estaria ali, jogando junto deles e com condições de dar uma vida digna para sua família.
Um dia, o chamaram para fazer um teste. Neste 1º clube ele não conseguiu, mas não desistiu. Fez outro e passou. Só que não tinha dinheiro para comprar uniforme e pagar o transporte. Este time no início não pagava seus jogadores e ele teve que parar. Mas sem continuar sonhando.
Um dia jogando com seus amigos, passou um olheiro e o viu. Naquele instante o homem o convidou para jogar em um clube no Ceará e então toda a sua vida mudou.
Hoje ele joga um bolão na seleção brasileira e vai ajudar o Brasil a ser hexa campeão do mundo. Com isso, o mundo todo vai saber que o Brasil não é só um país, mas é o país que tem o melhor futebol do mundo!

Nossas histórias de futebol - Turma: 52

Copa do Mundo
(texto de Vinícius Machado)

Antes de começar a copa todas as seleções jogam pelo menos dois amistosos para se preparar para a Copa do Mundo. O Brasil jogou contra o Zimbabue e marcou uma goleada de 5x1. Robinho fez dois gols lindos. Um encobrindo o goleiro e outro de rasteira. Michel Bastos, o gaúcho de Pelotas, marcou um gol de falta e a bola viajou até o gol a 139km/h. Ramires fez um gol lindo também, recebeu a bola, fez a fita nos dois zagueiros e abriu uma brecha, fez seu lindo gol e a torcida foi a loucura. Elano queria fazer o seu tembém. Daniel Alves roubou a bola, driblou o zagueiro e veio o goleiro e ele só deu um tapa na bola, que chegou até os pés do meio-campista Elano. Ele estava livre para fazer o gol e completar a goleada.
Isso é só o começo. Porque nem todos os atacantes da seleção jogaram, Kaká está se recuperando de seu problema no joelho e Grafite não estava como titular e não jogou nenhuma partida da seleção. Imaginem se eles tivessem jogado! A goleada poderia ter sido muito maior.
Então vamos torcer pela seleção para que nossa seleção ganhe o HEXA!
. . . . .

Meu time
(texto de Dalmiro Fernandes)

Meu time era muito fraco não tinha jogadores como agora.
O 1º Grenal ele perdeu de 10x0 do Grêmio e o Inter saiu do gramado muito triste.
O nome do estádio do Inter era gigante e passou alguns anos e passou a ser chamado Beira-Rio. Hoje foi construido um museu para lembrar dos jogadores e feitos do passado.
Alguns anos se passaram e o Inter não perde mais de 10x0.
O melhor jogador que o Inter comprou foi o Nilmar, ele ganhou muitos campeonatos e agora está na copa do mundo.
O Inter passou a ser campeão de tudo.
O hino do Inter é muito bonito. A melhor parte que eu acho é essa:
"Correm os anos surge o amanhã
Radioso de luz, varonil
Segue a tua senda de vitórias
Colorado das glórias
Orgulho do Brasil"

. . . . .

Futebol
(texto de Jonas da Silva)

Um vez no gauchão de 2010 aconteceu um Grenal. Eu não lembro em qual rodada. Eu acho que foi na última.
O Grêmio estava jogando fora de casa contra o Internacional e estava um jogo apertado quando Mário Fernandes fez um gol e o Grêmio ficou um pouco mais aliviado. Mas o Internacional fez o gol de empate co Giuliano.
O Grêmio ainda não tinha desistido do jogo porque ainda havia 30 minutos do segundo tempo.
O técnico Silas pensou bem e mudou um pouco os jogadores. Ele tirou o Willian e colocou o Souza, o melhor cobrador de faltas do Brasil.
Estava acabando o jogo. 4o minutos do segundo tempo e o Grêmio sofreu uma falta perto da grande área. Claro que não iria haver mistério em quem iria bater a falta, seria o melhor cobrador de faltas do Brasil, o Souza.
Ele pegou distância, foi devagar e chutou aquela bola que foi um chute colocado no ângulo, sem chances para o goleiro Lauro do Internacional.
Todo o estádio gritou de felicidade e o Grêmio foi campeão do Gauchão 2010. Eu fiquei muito contente com esse caneco que o Grêmio levou para sua coleção de troféus.

. . . . .

O meu melhor jogo
(texto de Jéssica Sousa)

Agora vou contar o meu MELHOR JOGO no ano de 2008. Estavamos lá, toda a família reunida: tia, tio, o mano, a mana, o pai, a mãe, a outra mana e meus primos, todos jogando futebol.
Estavamos em dois times, a família da minha tia contra a minha família. Iniciamos o jogo cada famíla escolheu um nome para seu time. Minha família escolheu Flamengo e a outra Palmeiras.
Meu pai tocou a bola para o Fernando, o Fernando para a mãe e chutou pro goool! A mãe conseguiu o primeiro gol do time.
Nosso jogo estava parecendo um jogo de verdade com jogadores profissionais. O jogo seguiu e o meu time no 1º tempo estava vencendo. Até lá tudo bem.
Segundo tempo inicia, toco a bola para a mana, a mana toca para a outra mana e perde um grande gol! O outro time faz mais um gol. Empataram e comemoraram muito felizes.
Meu pai vem em minha direção e de repente, ele confunde meu pé com a bola e eu dou um baita grito, pois doeu bastante. Continuei no jogo e faltando cinco minutos para acabar, com o dedo machucado, eu fiz o gol da vitória!

. . . . .

Copa América
(texto de Fernando Sousa)

Agora vou contar uma história da Copa América do ano de 2004. Foi uma final entre Brasil e Argentina, um jogo muito eletrizante. Como todo mundo já sabe, esses dois times formam uma das maiores rivalidades do futebol mundial.
O Brasil começou o jogo com muita posse de bola e foi logo para cima dos hermanos, com muita pressão Robinho consegue marcar o primeiro gol da seleção brasileira. Daí, como já era esperado para uma final, a Argentina foi pra cima do Brasil e começou a tocar a bola de pé em pé e em uma linda troca de passes, a bola chegou em Riquelme, que deu um toque na saida do goleiro brasileiro e em empatou o jogo antes do final do primeiro tempo.
Quando o segundo tempo iniciou, a seleção argentina começou muito melhor que a brasileira. Em uma bola cruzada na área, Véron de cabeça vira o jogo. Assim o Brasil ficou em desvantagem.
Mas o nosso Brasil, cinco vezes campeão mundial, não iria deixar os hermanos comemorar um título em cima da gente. Com muita garra e percistência, o Brasil aos 46 e meio do segundo tempo, Adriano levou a bola para a esquerda e bateu sem chance para o goleiro e a partida foi para os pênaltis.
O nosso goleiro, se consagrou e o Brasil mais uma vez foi campeão. E ainda melhor, campeão em cima logo de quem? Dos nossos eternos rivais a Argentina!

Nossas histórias de futebol - Turma: 53


Seleção brasileira de futebol
(texto de Levi Moreira)

Era a final da copa de 1994.
Brasil e Itália, um jogo disputado e o Brasil inteiro parou para olhar o jogo.
Final do 1º tempo e nenhum gol, final do 2º tempo e nada.
Foi para a prorrogação e também nada. Era o Brasil pressionando a Itália e a Itália pressionando o Brasil.
Daí o jogo foi para os pênaltis.
Foi um jogador da Itália e bate. Ele errou o pênalti. O jogador do Brsail bateu e o goleiro defendeu! Então o artilheiro da CBF, Romário bateu e fez o gol. Mas o jogador da Itália também fez.
O Dunga foi bater e fez seu gol.
O jogo estava 3x2 para o Brasil. Mas quando apareceu o jogador da Itália que era considerado o melhor do mundo. Neste instante o Galvão gritou "Vai que é tua Taffarel"! E o jogador errou seu pênalti, não sei o que aconteceu com ele.
E o Brasil ganhou o jogo e depois de muitos anos virou tetra campeão.
Naquela época eu não tinha nascido, mas olhei os lances na Internet e quase chorei de tanta emoção.

. . . . .

Rumo à vitória: Inter x Grêmio
(texto de Stéfani Linhares)

Eu e minha amiga Larissa fomos em uma excursão que saiu de Santa Maria para Porto Alegre. O ônibus foi lotado de torcedores para a grande vitória no estádio Beira-Rio.
Lá tinham muitos torcedores dos dois times. Eu sou colorada e a Larissa gremista. Fomos juntas, mas lá tivemos que nos separar, por causa dos times adversários.
Foi um jogão e eu fiquei muito feliz, porque meu time ganhou de 4x0. Mas por outro lado, fiquei triste por causa de minha amiga, que chorou porque seu time não venceu.
Tentei explicar que isso é assim. As vezes um ganha do outro e sempre haverá um vencedor e um perdedor e que todos temos que aprender a ganhar e perder.

. . . . .

Relato de um jogo
(texto de Victor Pereira)

No mês de janeiro de 2010, participei do meu 1º campeonato de futebol. Para mim foi muito impressionante.
Lá eu enfrentei vários times como: Madevara, Operário, Padaria Daniela (que era nosso 2º time), La Máquina entre outros.
Eu jogava pela Padaria Daniela, que ficou em 4º lugar, após ter perdido para o La Máquina, Madevara e Operário. Neste jogo, eu entrei em campo, mas não marquei nenhum gol. Empatamos de 1x1. A gente foi embora e depois das 12:15, meu time perdeu de 5x1.
Meus pais estavam vendo me jogar, quando o Vinícius me lançou a bola. Eu enchi o pé e coloquei a bola na gaveta do goleiro.
Todos nós comemoramos, até os times de fora. Chegou a nossa hora de dar tchau para eles. Mas nem tudo tinha acabado. De tarde não ganhamos nenhum jogo, empatamos e perdemos em dois.
Na próxima oportunidade sei que não será assim. Vai ser muito melhor!

Nossas histórias de futebol - Turma: 62

Primeira vez
(texto de Esther Dornelles)

Me lembro muito bem de quando eu, pela primeira vez joguei futebol numa disputa da escola. Foi no ano de 2006, em clima de copa do mundo que a diretora Elizabeth da cidade de Gravataí, inventou esta disputa entre as séries.
Eu estava na 2ª série com 7 anos e iríamos jogar contra a 3ª série. O nosso 1º jogo na disputa, era um jogo só de meninas. Eu não sabia se as adversárias eram melhores que as da minha equipe, mas eu confiava que naquele jogo a minha equipe iria vencer.
Na hora do jogo, vi que elas jogavam bem e só chutavam para o gol. Ainda bem que tínhamos uma boa goleira. O meu time não passava do meio campo, eu não sabia nada a não ser que teria que fazer o gol, afinal era a primeira vez que eu jogava futebol.
Resovi arriscar. Recebi a bola, vi que não tinha ninguém na minha frente e chutei forte. Acabei fazendo o gol da vitória, o meu primeiro gol.

. . . . .

O sonho de Ronaldo quase se realizou
(texto de Gisele da Rocha)

Ronaldo morava numa favela, tinha 13 anos de idade e era conhecido como Ronaldinho. Ele gostava muito de jogar bola e sua mãe reclamava muito, porque ele mal comia, as vezes nem almoçava e já estava na rua jogando bola com os amigos, pois em frente a casa de Ronaldo havia um campo de futebol.
Lá todos gostavam muito dele. Ele era um menino cheio de sonhos.
Um dia, um treinador de futebol viu ele jogando e foi na casa de Ronaldo. Explicou que precisava de um craque para levar para a escolinha de futebol do Grêmio. Ele aceitou o convite na hora.
Hoje, ele é um jogador que já fez muitos gols, seus pais sentem muito orgulho dele, por ele ter realizado seus sonhos.
Hoje no mundo, todos o conhecem como Ronaldinho Gaúcho.
. . . . .

Grande emoção
(texto de Miguel Bittencourt)

Uma vez, fiz um passeio junto do meu pai. Fomos ao estádio assistir um jogo de futebol e foi muito emocionante, pois lá é muito diferente do que eu imaginava.
Entramos no estádio e esperamos começar o jogo. A partida era Inter e Vasco, era muita gente perto de mim.
O jogo começou e o Inter não estava muito bem. Parecia que a qualquer momento ia levar um gol. O Vasco ia pra cima. O tempo foi passando e nada de gol. Uma falta foi marcada, mas nada de gol. Terminou o 1º tempo, chegou o intervalo e eu estava muito nervoso com toda aquela gente.
O jogo recomeçou e o Inter pareceu voltar melhor. Estava atacando mais, mas cometia muitas faltas. Em um momento, foi pra cima do Vasco e quase fez um gol. Nada. O tempo passava tão rápido e o jogo terminou em 0x0.
Meu time não ganhou, mas valeu a emoção de estar lá. Toda aquela gente, aquele estádio enorme, meu pai, meu time, tudo ali valeu a pena, foi uma emoção que até hoje não tenho como explicar.
Eu fiquei pensando: o futebol mexe mesmo com a gente. Toda aquela gente junta, fazendo uma torcida enorme, cada um para o seu time.

. . . . .

Quando o Grêmio foi campeão gaúcho
(texto de Lucas Sanfelice)

O jogo do Grêmio foi um espetáculo quando jogou contra o Internacional. Quando houve o primeiro gol, eu já sabia que o Grêmio venceria de goleada.
O jogo começou e a torcida vibrava no estádio Olímpico, esse era o jogo final do campeonato gaúcho. Era a decisão do campeão de 2010. Mesmo assim, em um descuido o Internacional fez um gol.
Mas a torcida gremista não desanimou. Quando o Grêmio pegava a bola, não afrouxava para o timezinho do Inter. Mas o Internacional chegava bem, só que o Grêmio estava melhor em campo.
A torcida colorada não deixava a torcida gremista tomar conta. Só que dali a pouco o Grêmio começou a reagir e chutava direto para o gol. Mas o goleiro defendia. Os adversários também chutavam a gol, mas o magnífico goleiro do Grêmio defendia com tranquilidade.
Os dois times começaram a jogar mais parelho e quem fizesse mais um gol seria campeão gaúcho. A torcida vendo tudo aquilo não parava de torcer mais ainda.
Mas dali um pouco o time do Grêmio partiu para cima do time do Inter. O Grêmio começou a fazer umas belas tabelas, deixando o Inter sem saber o que fazer. Lúcio passou para Tcheco e este fez um golaço para o Grêmio ser campeão gaúcho. Sendo fundamental para a vitória e a comemoração de toda a sua torcida!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Coração de tinta

(texto de Jaqueline Souza da Silva)

Concordo com a frase: "a leitura muda a vida das pessoas".
O filme "Coração de tinta" mostra como a leitura pode tornar-se realidade, tanto presente na nossa vida, quandto na nossa imaginação.
O filme também mostra como os livros podem mudar a vida das pessoas de uma hora para outra.
A literatura era muito importante para Maggie e seu pai. O livro que aparecia no filme era literalmente muito importante na vida deles.
A literatura tornava-se realidade, eles achavam que ela era mais importante do que qualquer coisa e a colocavam em primeiro lugar.
Nunca deixe de ler livros, pois se parar de ler livros, você para de pensar! Por isso nunca perca sua paixão pela literatura.